sábado, 21 de março de 2009

Mais uma da série: Como consegui viver...


A recente descoberta pelos astrônomos de que o planeta Plutão tem uma atmosfera que fica de cabeça para baixo me levou novamente a refletir: Como consequi viver estes 52 anos sem saber disto e, principalmente, o que será da minha vida depois desta descoberta.
Eis a notícia: Plutão, o corpo celeste mais excêntrico do Sistema Solar, tem uma atmosfera que fica de cabeça para baixo se comparada à da Terra. As temperaturas sobem, em lugar de cair, com a altitude, no planeta anão, de acordo com um novo estudo. Astrônomos conseguiram recentemente realizar as medições mais precisas já obtidas quanto à concentração do metano, um dos gases causadores do efeito-estufa, na atmosfera de Plutão, utilizando um telescópio de grandes dimensões do Observatório Meridional Europeu.

As medições demonstraram que o metano é o segundo mais abundante dos gases na atmosfera de Plutão, e que o gás na verdade sobe de temperatura à medida que a altitude se eleva com relação à gélida superfície plutônica. Como resultado, as camadas mais elevadas da atmosfera de Plutão são cerca de 50 graus mais quentes que a superfície do planeta.


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